domingo, 31 de agosto de 2008

Arte em todo lugar...

O relógio marca 8.15 h da manhã. Estou no ônibus, rumo à cidade grande. Mais de 3 h dentro dele e não consigo ficar parada. Ler, não devo, o médico aconselhou. Tenho de cuidar da minha retina, porque o buraco macular já está judiando dela. Então, levo meus paninhos e começo a fazer arte ali mesmo. Fuxicos grandes que virarão porta-níqueis lindinhos. Por enquanto, trabalho em andamento, sinto-me a Chapeuzinho cantando "Pela estrada afora eu vou bem contente..." e eu registro:



sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Dividida...

Em CASA! Não é tão claro como eu gostaria, aqui. Ando sedenta de claridade, de sol dentro de casa. Mas eu trouxe o sol de lá.
Mas lá não tem verde, só cinza. E não há silêncio, nem à noite. Buzinas, freadas, gritos esparsos, alarmes....
E aqui, o que me acorda, é o miado da gata, que não quer namorar o gato, o meu gato, provavelmente. E, cedinho, chegam as maritacas...Fazem uma festa no meu abacateiro. Parecem comadres conversando...
Coisa que lá eu não escuto. Nem mesmo a conversa de comadres. No meu andar um silêncio de vozes... Impressionante. No elevador, um raro “ Bom dia”.
Lá, bem cedinho, começam as máquinas das construções. E atravessam o dia. Por vezes, até uma parte da noite. O progresso exige “dentro do prazo”. “Time is money”.
Aqui, não. Uma obra traz a risada dos pedreiros, o radinho ligado na rádio local, a conversa gira sobre o que noticia a emissora. Grandes obras? São raras. Barulhentas? Muito pouco. Melhor assim. O progresso é sempre necessário, mas não à custa do “mal viver”. As casinhas continuam de pé, com jardins floridos, buganvílias esparramadas nos muros, num colorido assustador. Não, deslumbrante!!!
E as casinhas de lá? Na minha rua, acabaram... Em seu lugar, canteiros de obras. Nem mesmo aquela vilinha simpática... Como é que se vive assim? “Mas é o preço do progresso”, eles dizem. “A população aumenta diariamente, temos de fazer mais casas...” Escuto no ônibus, na rua, nas lojas... alguém sugeriu que acabem com aquele estacionamento no centro e façam prédios para acomodar os mais necessitados. O outro é veemente: “Aqui , na baía, não! Eles precisam de casa, mas não se pode tirar a vista da baía..”. Isto, no ônibus, dois homens que apenas sentaram-se juntos. Opiniões fortes, volta e meia um discorda do outro. Mas o destino de um está próximo... Até outro dia! Mas os outros, em silêncio. Silêncio de desconhecidos, de defesa, de medo. Cidade grande, não podemos confiar em qualquer um. Lembra daquela amiga? Dor de cabeça e o ocupante do outro banco ofereceu massagem. Acabou, ele disse baixinho: “Fique calma, vou assaltar o ônibus.” Pescoço deve ter queimado, cabeça doído mais ainda... E com aquela aparência, educado...
Aqui não tem isso. A gente confia. Às vezes, quebra a cara, mas vale a intenção. Bom dia! Boa tarde! Como vai? Anda sumida... E as crianças? E os estudos? Marido tá ficando muito sozinho...Abra o olho...
Lá tem o filho.... E aqui tem o marido...
Mas penso na cidade grande, nos amigos que tenho lá, na vida acadêmica que me dá um prazer incrível, além de aumentar o meu saber. Não, diminuir a minha ignorância. Lá, respira-se outra coisa. Ares de cultura sobejam. Aqui também, mas a minha turma está lá.
Aqui, respira-se saúde. Ar limpo, céu tão azul que doem os olhos. Um quadro de Van Gogh, talvez? E a minha turma está aqui. Não a das grandes discussões literárias, das leituras de lingüística, dos questionamentos da língua, da historiografia, dos exercícios de português. Mas a das conversas ao redor da mesa, família, filhos, amigos. A vida por dentro, de outra forma. A turma que está envelhecendo comigo, que acompanha as minhas alegrias e as minhas dores, que me dá o abraço, que me dá conforto. Que toma meu café nos fins de semana, que gosta dos meus bolos, que enche minha casa de vozes, de alegria, de risadas deliciosas.
Mas e lá? A turma de lá me enche de cultura. Pra alguns, sou a Martha. E a Martha é muito estudiosa. Além de alegre, pra cima. A Martha tem leitura, aprecia bons filmes. Alguns cult, que eu só fui saber o que era, lá. Até inteligente, dizem.
E lá também me enchem de carinho, de atenção, de abraços calorosos. Como os dessa semana...
E a daqui? Daqui é a Veronica. Gosta de comédias românticas, nada de drama pesado. "Jardineiro fiel", por exemplo, combina com lá. Aqui, é mais “O som do coração”.
Lá, o papel domina, aqui, é o tecido, a linha, as tintas, os papéis coloridos... O papel de lá é outro, traz nas linhas marcadas coisas que eu ainda não sabia, coisas que eu quero conhecer, coisas que me fazem pensar de um outro modo. Que me fazem querer mudar alguma coisa . Aprender mais para poder mudar alguma coisa... Alguma coisa...
E chego em CASA, cabeça fervilhando, querendo que o mundo de lá se junte ao mundo daqui, que a distância diminua, que eu possa ter os dois no mesmo lugar...
Abri as asas, ta vendo? E voei alto demais. E agora, dividida, quero o chão e o céu...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Bolsa do sonho - 14/80

Sonhei com este modelo, fiz o molde e aí está. Ainda preciso mudar algumas coisas, mas gostei do resultado.

Mochila , estojo e chaveiro - 13/80

Forrada com popeline, bolso interno do mesmo padrão da mochila, fechamento com bolso de velha calça jeans reciclada.

Estojo e chaveiro confeccionados com velhos jeans, inclusive o zíper. O chaveiro tem detalhes em feltro. É o meu primeiro livro!!! Dizem que todo ser humano tem de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Fazer um livro serve?? Se servir, cumpri minha missão!!! rs...

Que tal o conjunto???

Ecobag e necessaire - 10/80

Bolsa em algodão cru, forrada, com bolso interno e aplicação de patchwork no bolso externo

Necessaire que forma conjunto com a bolsa,com aplicação de coração e forrada com tecido composé.

Detalhe do bolso interno.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Pochette laço - 8/80

Há anos, mais ou menos uns 25 , comecei a fazer umas pochetes deste tipo, com desenho indiano. Depois, um artesão começou a fazer umas tampas em metal, trabalhadas, para eu usar. Ficavam lindas. O tempo passou, a moda mudou , eu fechei o ateliê e...joguei o molde fora!!! Agora, lembrei-me dela, fiz um molde parecido, mas ainda não é a que eu fazia. Boas lembranças!!! Pra matar saudade, fiz essa em seda, coloquei um laço, que é outra paixão antiga (já diz a música: paixão antiga sempre mexe com a gente...)e aqui está mais esta peça para o meu projeto.

Bolsa diagonal - 7/80

Eu vi esse desenho numa revista de patch, fiz o molde e resolvi fazer esta bolsa. Não ficou como eu gostaria, terei de fazer algumas mudanças. As próximas vão ficar perfeitas!!!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Bolsas - 6/80

Este modelo foi da primeira peça em matelassé que fiz há mais de 25 anos. Mudei algumas coisas ( enfeites). O chaveirinho é produção da minha sovbrinha Karla, apenas mudei a roupinha. A bolsinha foi uma peça que sempre agradou às meninas, porque era feita em tecido composé, delicado.Agora, ela vai ficar mais ousada...
Esta, eu chamei de Patriota. Ela iria às Olimpíadas, mas, como não deu tempo de aprender mandarim, desistiu...rs


Bolsa Botão em Flor, feita em jeans reciclado. O fechamento é com zíper da própria calça, as argolas de madeira das alças, foram retiradas de tampa de vidros de perfume, as alças saíram do cós. Toda forrada, recebe enfeite em bordado inglês e sianinha e uma flor em botões.

Pincushion (alfineteiro) - 4/80

Molde grátis neste site, mas achei muito grande e vou refazer o molde.

Alfineteiro flor de fuxico

O mesmo, do lado de baixo.

Os dois alfineteiros juntos para comparar tamanhos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Iniciando o Projeto "80 em 80 dias" - 2/80

Bolsa reversível , em patchwork, com bolso interno e flor de fuxico com bordado inglês num lado e no outro, flor de tecido, vermelha.





















Porta-níquel combinando com a bolsa, fechamento com zíper e enfeitado com flor de crochê

80 peças diferentes em 80 dias

Baseada no projeto de "101 coisas em 100 dias" que vi aqui, e do qual vou participar, fiz o meu projeto de 80 peças diferentes em 80 dias úteis. Começo hoje, 18 de agosto de 2008 e termino em 05 de dezembro de 2008. Assim, além das peças triviais, terei 80 peças exclusivas para um bazar de Natal.
Estou montando a minha lista para o projeto das 101 coisas, mas ainda não finalizei. Assim que o fizer, postarei aqui algumas metas. Achei muito interessante o projeto!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Patchwork ball

Adoro essas bolas em patch.Uma pronta e outra em andamento,com motivos de natal

Bolsa Alto astral

Em jeans reciclado, com aplicações de lua, sol, estrelas. Acompanha chaveirinho em feltro com aplicação em tecido.
Uma amostra dela fechada e outra com o cintinho desamarrado.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Corações

"Meu coração, não sei porque, bate feliz, qando te vê.." Lembrei deste trechinho de "Carinhoso", de João de Barro, o Braguinha, porque hoje a produção foi romântica, só corações. Feitos em jeans reciclado, o maior é uma bolsinha infantil, forrada de xadrez rosa e com bolso de feltro na frente. Os outros podem ser usados como chaveirinho.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Bolsinha em jeans

Bolsinha de mão em jeans reciclado, confeccionada com o bolso da calça jeans, com babadinho de renda, botãozinho em formato de elefante e alça com ponto russo de elefantes.

Bolsa de mão

Bolsinha de mão feita com retalhos de malha. Ela tem fechamento com botão e alça na tampa.

Aprender a falar francês de graça.

Tenho amigos belgas e uma delas não fala português. Quero tentar trocar emails e fui pesquisar se havia algum curso para aprender francês e encontrei uma ótima dica neste blog. Conferi o site indicado, o Franco Clic, uma parceria do Minstério da Educação com a Embaixada da França no Brasil, e achei o curso bem interessante. Vale a pena conhecer

domingo, 10 de agosto de 2008

Dia dos Pais

Dia dos Pais

Não tem sido fácil vivenciar essas datas festivas. As lembranças são muitas, a saudade é enorme e a expressão que não sai da cabeça é: “NUNCA MAIS’. Nunca mais aqueles domingos alegres, aqueles almoços em família , aquele vozerio todo, as crianças correndo para todo lado, as conversas interrompidas a toda hora, o cheiro da comida de mãe, da feijoada do meu sogro... Até as alfinetadas, disfarçadas, hoje são relembradas.
Dia desses fomos, eu e meu marido, à casa de uma amiga e o pais dela prepararam-nos um café e eu disse : não sabemos mais o que é tomar café de mãe. Sentamos à mesa, conversamos alegremente e me veio a certeza, irremediável, do “NUNCA MAIS”... Conversamos sobre isso no carro, na volta pra casa, ambos com o coração dolorido de saudade....
Quando perdi meu pai, eu tinha um filho de 2 anos e um bebê de 1 mês. E tinha mamãe, meu sogro e minha sogra. Senti muito a falta dele, mas a vida corria célere, não havia muito tempo pra chorar. Nem mamãe deixava. Estava sempre por perto. Ela me consolava quando eu lhe dizia, chorando, que havia sentido o cheiro dele, que tinha ouvido seus passos na escada, que o tinha ouvido chamar meu nome... Eu me lembro de um sonho em que ele aparecia numa praia linda, vestido de branco, cercado de crianças, caminhando, feliz, na água. Não me recordo, precisamente, de quanto tempo depois de sua morte eu sonhei. Mas me lembro de um bem-estar que me acompanhou depois disso. Papai era muito católico, rezava com freqüência e talvez tenha encontrado esta forma para me dizer que tudo estava bem.
Já viver sem minha mãe foi muito difícil. Meu filho caçula estava estudando fora da cidade e o outro saía cedo e chegava tarde, estudava veterinária, nessa época. Eu me senti muito sozinha, chorei durante muito tempo. A família - irmãos, cunhadas, sobrinhos - antes tão unida em redor dela, afastou-se. Cada um sentiu a dor à sua maneira. E eu, que poderia ter cuidado para que esse afastamento não acontecesse, estava tão fechada em minha dor, que não pensava na dos outros. E o vazio aumentava a cada dia, apesar dos esforços do marido ( também dolorido demais, porque ele e ela se adoravam) para me alegrar. Pra não morrer junto, mudei minha vida, comecei a me cuidar, emagreci, larguei o ateliê , fui fazer uma pós, depois outra, e mais outra, procurando sempre algo que suprisse aquela falta. Aos poucos a vida foi quase voltando ao normal, marido sempre fazendo de tudo para que eu me recuperasse, mas um buraco enorme ainda ficou. Queria tudo aquilo de volta, queria aquele convívio, mas nada mais seria como antes. Foi a primeira vez da sensação do “NUNCA MAIS”. Porque nada seria como antes, repito. O período de “luto”, demorado, deixou marcas , dores, culpas difíceis de serem sanadas. Poucos irmãos ficaram mais em contato (somos 9). Alguns eu revi poucas vezes. Aliás, acho que o mais velho eu nunca mais vi. Só nos falamos, raramente, por telefone. De quem é a culpa? Nossa mesmo. De cada um que pensou em si e não dividiu a dor. Justo nós , filhos de uma mulher que dividia com todos, da família e fora dela, o seu carinho, que transbordava de amor, que não negava um abraço e uma palavra amiga pra ninguém...
E, no ano passado, em três meses, eles também se foram. Primeiro minha sogra, depois meu sogro. Pessoas que nunca me deixaram sozinha, que partilharam comigo todas as minhas dores e todas as minhas alegrias. Que me deixavam doida, às vezes, com alguns comentários que faziam, mas que , depois, me faziam rir, porque eu sabia que eram apenas palavras e que o sentimento deles por mim era o mesmo que tinham pelos seus filhos. Como eu tenho saudade da minha sogra, dos aniversários aqui em casa, quando eles chegavam para o almoço, e dos comentários dela, que falava o que queria, sem pensar muito! Achava que as coisas não iam ficar prontas a tempo para a festa, à noite, que eu estava exagerando, isso e aquilo... Se eu fosse encrenqueira, teríamos tido brigas enormes, mas eu me divertia com o seu jeito . Rebatia o que achava que merecia e brincava com ela quando a coisa era muito doida. E o meu sogro me enlouquecia com o excesso de cuidado, de amor, de preocupação, heranças que deixou para o meu marido, meu Deus!!! Aí, de repente, nem ela e nem ele, “NUNCA MAIS”. Meu telefone ficou silencioso depois disso. Porque dividíamos tudo. Eles gostavam de contar as novidades, de pedir opiniões, de conversar apenas, quando não podíamos estar juntos fisicamente. E, como tudo na vida nos traz uma lição, estamos tentando ficar mais perto, para não repetir o erro em relação à minha família. Meu marido e os irmãos têm-se encontrado mais, se comunicado mais, todos estão se esforçando pra isso. Não é esforço no sentido de obrigação, mas esforço no sentido de manterem-se unidos para que o carinho nunca diminua. Nem a intimidade. E a saudade e a realidade tornem-se suportáveis.
E hoje, Dia dos Pais, depois que nossos filhos se foram, conversando com minha cunhada ao telefone, comentamos sobre o que é irremediável: aqueles dias não têm volta. A vida segue e temos de nos habituar a isso. Cultivar as lembranças, mas cuidando de quem está perto. Transformar essas datas em dias tão especiais aos que nos cercam que sejam motivo de boas lembranças no futuro.
Feliz Dia dos Pais!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Bastiana

A Bastiana já nasceu há um tempinho, mas tinha vergonha de se exibir aqui. Sente-se meio caipira e é muito tímida. Mas hoje não teve papo. Ela fez pose e eu registrei.

Bolsa fashion

Adorei esta bolsinha. Além de ser de material reciclado (retalhos de malha), enfeita a vida...

terça-feira, 5 de agosto de 2008

O gato virou bolsa, não tamborim...


Não dizem que couro de gato serve para tamborim? Pois é, gato em tecido também serve para muitas coisas, inclusive bolsas.

Estes, não fugiram à regra:

FEsta da Glória - momento de saudade

São 12 h do dia 5 de agosto de 2008. Os fogos explodem e os sinos tocam anunciando o início da Festa da Glória, em Valença. Para mim, este é , sempre, um momento de muita emoção. Quando os sinos começavam, minha mãe saía ao portão rindo, feliz, emocionada, maravilhada com o espetáculo que apenas ouvia. Eu já estava no meu portão aguardando para ver a alegria dela. Era ímpar. E hoje, cada vez que os sinos tocam eu me lembro dela, me lembro de momentos que não voltarão mais, de uma alegria infantil que nos acometia e nos fazia virar crianças, rindo, comemorando o início de 10 dias de festa da padroeira da cidade.
Aí paro e constato como a idade nos assemelha. Os sentimentos vão se tornando iguais. Mamâe vivia repetindo as lembranças dela, é a recordação mais forte que tenho. Eu adorava ouvir suas histórias, mesmo já mais velha. E nunca parei para pensar que, em determinada época da vida, vivemos motivadas por essas recordações. São elas que nos impelem para a frente, que nos trazem à alma uma alegria e uma emoção incontidas. Revivê-las, sozinha ou contando para alguém, é sempre um prazer indescritível. Às vezes, sinto-me repetitiva, mas um simples cheiro, uma cançao, uma frase, me trazem à lembrança algo que ficou no passado e é impossível reviver. E eu acabo dividindo isso com alguém, como minha mãe fazia. Benditos momentos vividos com ela que me fizeram conhecer sua infância, seu amor pelo pai, morto prematuramente, pela mãe batalhadora que criou os filhos sozinha e a quem ela não cansava de elogiar e de quem lembrava-se toda hora. Como eu faço hoje. Hoje eu me vejo na "Conceição". Aliás, outras pessoas também vêem em mim a imagem da mamãe. Sempre que encontro alguém da minha infância, que não vejo há algum tempo, ouço " você está igualzinha a sua mãe, a dona Conceição." E isso me traz um sentimento tão bom por saber que ela era especial e que, mesmo eu não sendo paciente, perseverante, ponderada, boa conselheira e resignada, como ela, herdei sua alegria e o seu prazer de viver. Além dos traços fisionômicos, claro. Bem, pelo menos vou me tornar uma velhinha simpática. "E vai rolar a festa..."

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Scrapbooking-algumas páginas

Meu primeiro álbum encadernado, em tecido de tapeçaria.

Aula da Carol, em Niterói, 2007

Adorei esta página por poder colocar várias fotos, com este mini-álbum preso nela.



Aulas online no Scrapdiary. Essas aulas foram ótimas, aprendi muita coisa, mas não postei nem uma página porque as fotos da época ficaram horríveis.
Duas versões de um mesmo layout na aula da Vera.


Aula e layout da Thaty Penna.

Aula e layout da Tama