
domingo, 7 de dezembro de 2008
Correria pré-natalina!!!
Estou correndo com novos trabalhos para ter bastante material na "Venda especial de Natal" do ateliê Veronica Arteira, que farei durante 10 dias. O nome entre aspas foi sugerido pelo maridão e o folder, lindo, feito pela minha norinha. Todos ajudando: a outra nora e os filhos pesquisando na internet e dando a maior força e o marido cuidando das funções burocráticas. Isso me faz lembrar outros tempos quando eu trabalhava até à noite na véspera do Natal, terminando encomendas e todos ajudavam em alguma coisa. Inclusive mamãe! Lembrei-me dessa sensação, já há tempos esquecida. EStá sendo muito bom, apesar da saudade de quem não está mais por perto pra ajudar. Mas a vida segue e eis mais trabalhos. Antes, voltando ao projeto 80 peças em 80 dias, que terminou dia 5, eu nem completei a postagem aqui, mas as 80 peças foram feitas, não exatamente como eu queria, todas diferentes, mas ultrapassei o número, em muito, fazendo algumas semelhantes.
Ei-las:
domingo, 23 de novembro de 2008
Reencontro com a infância
No feriado, vivi um misto de saudade e tristeza. Revi a casa onde morei toda a minha infância e adolescência. Andando pelos cômodos destruídos, parecia que estava ainda com pouca idade. Lembrei da correria e trabalho intenso da mamãe na cozinha (ela dava pensão-eu até poderia escrever "ela servia refeições", mas nós sempre falávamos que a mamãe dava pensão, não seria justo mudar isso nas minhas lembranças), das delícias que saíam de lá, das vezes em que ela dormiu no banquinho de madeira esperando assarem os bolos e bombocados , e que até hoje são lembrados pelas pessoas que compravam; do papai pitando seu cigarro de palha, depois de cortar o fumo e enrolar o cigarro, sempre cuspindo no chão. Pitava e cuspia.... Nem sei como a gente não tinha nojo. Hj, meu estômago embrulha só de lembrar disso.
Lembrei das vezes em que matavam porco e limpavam as bandas na mesa da cozinha, e da nossa pena do bicho, que gritava muito antes de morrer. E da tristeza do papai ao ter de fazer isso, mas era comida, e nós precisávamos da carne daquele bichinho criado no quintal. Andando pelos quartos, lembrei-me da Dona Clara, que foi um folclore na nosso infância. E foi uma companhia pra mim, jogando bisca ou me ensinando a fazer roupinha de boneca.
Lembrei de como era bom debruçar na janela e ficar vendo a vida passar, conversando com um, com outro, ouvindo o som do Daniel (não o cantor, mas o nosso amigo que colocava música no jardim pra todos ouvirmos), das vezes em que eu e a Dilurdes batíamos na parede pra avisar que íamos dormir - éramos vizinhas de parede e meia (termo que nem escuto mais...), das vezes em que estava conversando com algum paquera e o papai chegava e batia a janela na cara dele...Aiiii....morria de vergonha!!!
E o banheiro? Era enorme...eu me lembro que deitava no chão e lia os jornais que eram espalhados lá depois que o banheiro era limpo. Esquecia da vida... Mas hoje, ele me pareceu tão pequeno. Fui eu que cresci? E a salinha onde tinha o cofre? É pequena, mas fazíamos nossas refeições ali. ERa uma farra..De vez em quando, ouvíamos barulho no forro (gato ou gambá), caía algum farelo e hj o forro nem existe mais, caiu todinho. E o quarto grande? Onde tinha alucinações quando estava com febre alta? Eu sentia que as paredes estavam vindo para cima de mim.... O quarto era grande, as paredes com pé-direito muito alto, as visões eram estranhas e eu tinha medo, às vezes. Engraçado que tudo parecia muito grande naquela época, os cômodos abrigavam muitos móveis, mas havia espaço pra circular. AS recordações vão por aí afora, um dia escrevo mais sobre isso, mas não podia deixar de citar que, para entrar lá, junto com o dono, tivemos de pular a janela. E eu revivi as inúmeras vezes que fiz isso... Esperava o papai dormir e pulava a janela do quarto para ir a algum baile ou ao carnaval... e de short!!! Ele nunca ficou sabendo que fiz isso tantas vezes, com o pleno consetimento da mamãe, claro. Ele era muito bravo e não me deixaria ir, então, o recurso era pular a janela. D. Rézia, querida demais, me proporcionava essa oportunidade de ir ao clube. Ela nos levava, eu e Cidinha. E a volta?Eu ficava escondida atrás da gruta esperando papai sair pra trabalhar (ele saía mais ou menos às 5 da manhã) pra entrar pela porta da frente. Tadinha da mamãe, passava aperto, porque tinha medo que ele se levantasse e procurasse por mim, já que os quartos todos tinham portas interligadas. Quanta saudadeeeeee!!!
Bem, suspiros e suspiros acontecem enquanto escrevo e só me resta lembrar e cantar, como minha mãe querida cantava sempre: O tempo bom, não volta mais, saudade, de outros tempos iguais.
A fachada da casa: uma das árvores ainda permanece,mas a casa está desaparecendo.Bolo de limão
Este bolo é tão especial que, toda vez que alguém o saboreia aqui em casa, pede a receita. A receita original é diferente, mudei algumas coisinhas e ele ficou delicioso. Experimente!
BOLO DE LIMÃO
4 claras
125 g de manteiga ou margarina
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha
1 colher de sopa de fermento
1 pitada de sal
1/2 xícara de leite de coco
1/2 xícara de leite
Raspas de limão
Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas com o açúcar e manteiga até ficar branco. O segredo é bater muiiiito bem, ate ficar macia e levinha a mistura. Coloque a farinha e o fermento devagar, alternando com os leites, ainda na batedeira. Por último, raspas de limão (não economize) e as claras em neve misturadas levemente.
Leve a assar em tabuleiro pequeno e, ainda quente, coloque por cima uma caldinha feita com açúcar e suco de limão: Coloque açúcar até o meio do copo, vá pingando suco de limão até o ponto que dê pra esparramar pelo bolo. Se ficar mole, coloque mais açúcar. Se fr pouco, faça mais um pouco. Por cima de tudo,se quiser, salpique confeito colorido ou chocolate granulado.
E bom apetite... Ah, não esqueça do cafezinho!
Neuza, faça pro meu irmão querido aí, tá? E, depois, mande um pedacinho pra essas suas vizinhas maravilhosas!
BOLO DE LIMÃO
4 claras
125 g de manteiga ou margarina
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha
1 colher de sopa de fermento
1 pitada de sal
1/2 xícara de leite de coco
1/2 xícara de leite
Raspas de limão
Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas com o açúcar e manteiga até ficar branco. O segredo é bater muiiiito bem, ate ficar macia e levinha a mistura. Coloque a farinha e o fermento devagar, alternando com os leites, ainda na batedeira. Por último, raspas de limão (não economize) e as claras em neve misturadas levemente.
Leve a assar em tabuleiro pequeno e, ainda quente, coloque por cima uma caldinha feita com açúcar e suco de limão: Coloque açúcar até o meio do copo, vá pingando suco de limão até o ponto que dê pra esparramar pelo bolo. Se ficar mole, coloque mais açúcar. Se fr pouco, faça mais um pouco. Por cima de tudo,se quiser, salpique confeito colorido ou chocolate granulado.
E bom apetite... Ah, não esqueça do cafezinho!
Neuza, faça pro meu irmão querido aí, tá? E, depois, mande um pedacinho pra essas suas vizinhas maravilhosas!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Nasce Gertrude, uma sapa bem charmosa...61/80
Desde que ela estava sendo "gestada", pensei em Gertrude. E o marido, que virá, chamar-se-á Paco. Essa é a Gertie (para os íntimos) pink. Virão outras de "peles e texturas" diferentes. E, como ela é dengosa, tem bracinhos que pedem um abraço e querem afagar alguém, ela terá filhotes, claro. Em breve...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Desafio de Natal - recebido e repassado
Amigos queridos:
Recebi este desafio da amiga Argonath e tenho que responder às seguintes coisas:
Dizer o que o natal significa para mim: A maior festa da famíliae dos amigos, onde renovamos fé, carinho, amor, amizade.
Dar dez dicas do que gostamos de receber de prenda: tecidinhos com estampas miúdas, linhas para bordar, botões ,moldes interessantes, chocolateeeeeeee, bilhetes carinhosos, revistas (de patcwork, bicho de pano, scrap), canetas para tecido, bijuterias,
Coisas que não gostaria de receber: Adorooooooooooo presentes. Acho que, só por alguém ter tido vontade de me presentear,já valeu. Portanto, tudo me apraz.
Repasso para
Divânia
Gláucia
Recebi este desafio da amiga Argonath e tenho que responder às seguintes coisas:
Dizer o que o natal significa para mim: A maior festa da famíliae dos amigos, onde renovamos fé, carinho, amor, amizade.
Dar dez dicas do que gostamos de receber de prenda: tecidinhos com estampas miúdas, linhas para bordar, botões ,moldes interessantes, chocolateeeeeeee, bilhetes carinhosos, revistas (de patcwork, bicho de pano, scrap), canetas para tecido, bijuterias,
Coisas que não gostaria de receber: Adorooooooooooo presentes. Acho que, só por alguém ter tido vontade de me presentear,já valeu. Portanto, tudo me apraz.
Repasso para
Divânia
Gláucia
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